domingo, 16 de dezembro de 2018

O SEGUNDO ANO DO WILLIAN NA APAE E O PROGRESSO DELE

No segundo ano do William na apae em 2010 foi bastante difícil, pois por ele ser seletivo e as características do autismo estarem mais evidentes foi complicado porque ele não aceitava comer os alimentos que eram servidos na instituição. Então por isso dificultou para mim bastante porque ele estava agressivo, nervoso não aceitava os alimentos e qualquer problema que acontecia a professora não conseguia se dar com a situação e ela se queixava muito para mim e eu confesso que eu ficava muito aborrecida porque eu pensava assim que eu queria um retorno da professora porque se ela era uma professora especial para aluno especial eu queria uma ajuda dela e eu não tinha então eu fiquei muito frustrada. E por que todas as vezes que eu questionava ela sobre algo sobre o autismo eu não tinha retorno e geralmente porque eu sempre pesquisei muito na internet eu lia livros procurava me instruir para poder conhecer o William então eu ficava muito aborrecida.
Naquela época era mais raro casos de autismo não se ouvia tanto falar.  Hoje em dia nós estamos no ano de 2018 e naquela época era no ano de 2009/2010 e não não havia tantos casos de autismo relatados como hoje em dia nós temos. Então eu penso assim hoje, eu olho assim no meu ponto de vista e penso, que essa professora estava iniciando com alunos com autismo geralmente eles davam aula, faziam atendimentos com alunos com deficiência intelectual, cadeirantes com outros tipos de deficiências. Eram raros casos de autismo, e o caso do William era um dos mais difíceis de se dar ali, um dos mais complexo devido às dificuldades que ele tinha de socializar, por ele não falar por ele não aceitar os alimentos, por ele muita das vezes se aborrecer e ficar agressivo então era onde hoje em dia eu olho assim atrás e eu vejo assim que essa professora ela teve Muitas dificuldades, mas hoje em dia é diferente porque o autismo é algo que é mais divulgado é mais estudado e muitos pais têm experiências, muitos professores trocam experiências, então isso ajuda bastante, e também a questão de que existem bastante cursos e palestras que ajudam os professores de alunos especiais a se profissionalizar nessa questão. Então hoje em dia eu fico feliz porque hoje abrange um todo, com vários cursos de profissionalização, treinamento para professores e funcionários nas instituições pelo fato tendo que os casos de autismo aumentaram muito em relação a 10 anos atrás. Então foi um ano bastante difícil para mim, mas eu fui aprendendo, em relação à questão do William ficar agressivo ele foi passando com a médica da APAE a neuro e ela foi me orientando com as medicações. que além da medicação que ele que ele começou a tomar quando ele foi diagnosticado na Unicamp ele também foi orientado pela médica da APAE a médica receitou outros remédios para que ajudasse ele a se conter. No caso eu já falei no outro post que é o atensina 0,100mg e o neuleptil 4%; ele já tomava resperidona então completavam três medicações, e o importante disso tudo é que temos que dar medicação corretamente nos horários seguir direitinho não faltar o dia porque porque vai surtir efeito eu aprendi que uma medicação quando começamos a administrar a fazer o tratamento dependendo da medicação é questão de uma semana, 15 dias, ou até mesmo um mês para fazer efeito.
Muitos criticam sobre a questão do risperidona, eu confesso que eu me preocupei quando eu li sobre a questão do risperidona e eu fiquei preocupada sim com os efeitos colaterais, só que eu li também que conforme os anos, o tratamento com o risperidona tem uma chance de melhora.
Hoje em dia tenho como superação, tudo o que enfrentei naquele ano.
Não foi fácil, pois a cada dia temos a vencer e superar uma situação, seja ela em relação a alimentação, as limitações, estereotipias, crises de estar inritado com tudo, vamos sempre aprendendo.
Em meio a isso tudo o que posso dizer, é o que é mais importante, é que devemos ter tempo para eles, deixar de lado e abrir mão muitas vezes daquilo que fazemos ou queremos fazer, para dar a atenção devida, a cada situação de crises e estereotipias que vierem a suceder com estes anjos.
Outra coisa que aprendi, foi que por pior que fosse as crises de estereotipias e até mesmo de auto se agredir, e quem estava em volta também acabava levando, no caso eu a mãe principalmente, fui aprendendo a impor limites e mostrar pra ele que não é porque sou mãe que ele pode fazer o que quiser, principalmente bater. Aprendo que assim como ele gosta de rotinas, e se inrita, se ela é quebrada, ele também tem que respeitar e entender que nem sempre as coisas são iguais todos os dias.

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